quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Cantada masculina

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Mais ou menos 29 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela. Pernas cruzadaS, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma DEUSA... Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção...
Após 15 minutos de vôo, o cavalheiro não se contém:
-- É a primeira vez que vai a New York?
Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
-- Não, é uma viagem habitual...
Ele, agora animado:
-- Trabalha com moda, por acaso...?
-- Não, viajo em função de minhas pesquisas...
-- Desculpe-me a curiosidade, é escritora...?
-- Não, sou sexóloga.
-- Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?
Ela, tranqüila e sempre com a mesma voz de veludo:
-- No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro viril masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
-- Nas suas pesquisas, a que conclusões já chegou?
-- Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os árabes são os que permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo: logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras... Além, disso... Oh! Desculpe-me, senhor! Estou aqui falando sem parar e nem sei o seu nome...
-- MOHAMED PATAXÓ, às suas ordens!!!


terça-feira, 22 de novembro de 2005

ORAÇÃO POR UM FILHO - De uma mãe para outra


Somente uma mãe que sofreu a perda de um filho pode compreender a dor de
outra mãe que teve o filho subtraído do seu convívio em plena
adolescência por uma doença insidiosa e perversa.

Essa oração é dedicada a uma amiga que perdeu seu filho aos 18 anos









 











 
        




 
    




 




                       
ORAÇÃO




Senhor!




Ei-lo de volta - meu filho tão amado!...




 




Vós m´o emprestastes por todos esses anos




e eu agradeço agora!




Ele me encheu de amor, de sonhos, de alegria,




mas eu sabia




que ele era unicamente vosso, meu Senhor!




Não posso Vos negar que choro nessa hora




e me custa entregar...




 




Sou toda uma saudade!...




            (Morrer tão
novo, em plena mocidade!...)




Mas eu vos trago, vede, sem ódio, sem rancor...




Não vejais no meu gesto traços de revolta,




quando o Senhor m´o deu esperava-o de volta,




sempre não foi assim?




Uns vão mais cedo, mas todos vão um dia,




que essa vida apenas inicia




uma VIDA melhor!...




 




Deveria sorrir aos vos trazer, Senhor,




a missão foi cumprida, ele cresceu feliz em nossa casa,




estudou, trabalhou, fez amigos, sonhou...




            (É bem
verdade que ficou na metade




              o muito que sonhou...)




Deveria sorrir, mas como não chorar,




se foi por Vós que aprendi a amar!...




Ele era tão querido... 
chegamos a esquecer




que para se ter VIDA é preciso morrer...




 




Eu sei que vencerei a dor que me atormenta,




voltarei a sorrir, eu sei, o tempo nos ajuda,




mas hoje tudo em volta é tão cinzento,




neste momento,




eu gostaria de partir também...




Perdão, Senhor, se chego a blasfemar,




mas vede bem que Nossa Mãe Maria,




também chorou ao ver seu Filho Amado




morrer crucificado.




E Ela era Santa, Anjo, Imaculada...




E eu Senhor, que sou? 
Menos que nada...




Perdoai o sofrimento, a dor, o choro triste,




meus soluços sentidos e a mágoa que persiste,




mesmo diante de Vós...




Perdão por minha dor... 
eu o trago de volta...




É Vosso o meu menino,




recebei-o, Senhor!







 

                                      Isabel Maria Serra -  RJ 
1-X-75




                                              
        (Para D. Neuza)















quarta-feira, 2 de novembro de 2005

As profissões e as mulheres


Provavelmente muitos já conhecem, mas vale a pena lembrar



Tudo começou quando a turma de Direito resolveu colocar uma
frase na camiseta e ele usou no campus:


>>>>>"Seu namorado faz direito?




>>>>> Vem cá que eu faço."






 

Em seguida o pessoal de Medicina largou a seguinte:




>>>>> "Ele pode até fazer direito, mas ninguém
conhece o seu corpo melhor do que eu."




 




O pessoal de Administração não deixou por menos:




>>>>> "Não adianta conhecer o corpo,
fazer direito se não souber administrar o que tem."




 




O pessoal de Administração ficou mal na fita quando a turma
de Agronomia apareceu com a seguinte frase:




>>>>> "Uns conhecem bem, outros fazem
direito, e alguns sabem administrar o que têm, mas plantar a mandioca como nós
ninguém consegue."




 




O pessoal de Publicidade largou esta:




>>>>> "De que adianta fazer direito, conhecer
bem, saber administrar, plantar a mandioca, se depois não puder contar pra todo
mundo?"




 




A turma de Engenharia saiu-se com esta:




>>>>> "De que adianta fazer direito,
conhecer bem, saber administrar, plantar a mandioca, contar pra todo o mundo,
se não tiver energia potência para fazer várias vezes?"




 




A frase campeã era da Economia:




>>>>> "De que adianta fazer direito,
conhecer bem, saber administrar, plantar a mandioca, contar pra todo o mundo, ter
energia e potência para fazer várias vezes, se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"




 




NOVA FRASE DAS MENINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO:




>>>>> "De que adianta fazer direito,
conhecer bem, saber administrar, plantar a mandioca, contar pra todo o mundo, ter
energia e potência para fazer várias vezes, e ter dinheiro... se no final das
contas a gente sempre precisa ensinar a comer!"