Sempre tive dificuldade para guardar nomes e graus de parentescos da família, ainda mais considerando terem meus pais saído do Maranhão logo após o casamento e o fato de meus avós maternos - Major João Pedro Smith e Raimunda Falcão Viana - terem sido prolíficos e colocado no mundo quinze descendentes, dos quais seis chegaram a idade adulta e constituiram famílias numerosas. Passei então a me interessar pela genealogia para saber quem era quem na família. Como ponto de partida tive a ajuda de um livro de anotações no qual meu avô relatava fatos relevantes de sua vida, entre os quais os nascimentos dos flhos, com data, hora e os números de registros em cartório. Constam do mencionado livro até os endereços onde se deram os nascimentos, tendo em vista que naquele tempo os partos eram realizados em casa.Blog de William Smith Serra
Êste blog servirá para publicação de crônicas, curiosidades, humor e, principalmente, de ponto de referência para os descendentes da família do major João Pedro Smith e Raimunda Falcão Vianna Smith obterem dados para uma eventual pesquisa genealógica.
sábado, 30 de janeiro de 2010
O "porquê" do interesse pela Genealogia
Sempre tive dificuldade para guardar nomes e graus de parentescos da família, ainda mais considerando terem meus pais saído do Maranhão logo após o casamento e o fato de meus avós maternos - Major João Pedro Smith e Raimunda Falcão Viana - terem sido prolíficos e colocado no mundo quinze descendentes, dos quais seis chegaram a idade adulta e constituiram famílias numerosas. Passei então a me interessar pela genealogia para saber quem era quem na família. Como ponto de partida tive a ajuda de um livro de anotações no qual meu avô relatava fatos relevantes de sua vida, entre os quais os nascimentos dos flhos, com data, hora e os números de registros em cartório. Constam do mencionado livro até os endereços onde se deram os nascimentos, tendo em vista que naquele tempo os partos eram realizados em casa.domingo, 1 de junho de 2008
A Virgem (sueca), o Diplomata e o Comandante.
Sábia filosófia nórdica.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Monarquia x República
Pensei na monarquia parlamentarista ao estilo britânico e espanhol, onde o rei ou rainha reinam, mas não governam. Já que vivemos num festival de gastança, porque não financiarmos a implantação dessa modalidade de governo estilo light. Garanto que as despesas com a manutenção da família real não ultrapassariam 10% da arrecadação da CPMF, ainda mais que todas as terras de Petrópolis são propriedades dos Orleans e Bragança que recebem anualmente o foro pago pelos atuais ocupantes e o laudêmio quando os terrenos e imóveis mudam de dono.
Embora tivesse à última hora votado contra o retorno da monarquia, passei a pesquisar minha ascendência genealógica, ou ginecológica (dá no mesmo), e descobri que meu bisavós maternos (Smith) vieram da Inglaterra e se fixaram
Acho que faltou um pouco de marketing para explicar os dois regimes, tal como fez um matuto no seguinte diálogo:
--:Oi compadre você entende bem qual a diferença entre Monarquia e República.
-- Pra mim isto o mesmo que engordar porco.
-- Como assim.
-- Na Monarquia você pega um porco magro e coloca no chiqueiro e dá muita comida pra ele todos os dias (milho, farelo, restos de comida....). Depois de algum tempo ele fica gordo, pesado e já não come tanto como no início. Basta uma ou outra espiga de milho e sobras da comida para saciar o apetite. Na República você coloca um porco magro no chiqueiro e gasta muito milho e farelo até ele engordar. Quando ele fica gordo você tira ele do cercado e coloca outro porco magro para engordar. Aí você tira o porco gordo e coloca outro magro...
-- Peraí compadre. Assim não há milho que agüente.
Respondeu então o que estava explicando:
-- Vejo que você entendeu a diferença.
William Serra - maio 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Secretárias... Oh my God!
-- D. Rosilda (o nome é fictício) aqui está falando Dr. Serra....
Mais de uma vez ela respondia, antes que eu completasse o que pretendia falar:
-- Dr. Serra ainda não chegou.
Eu então dizia, contendo a irritação com a falta de atenção:
-- É claro D. Rosilda que ele ainda não deve ter chegado ao hospital porque neste momento ele está falando com a sra, para dizer que está saindo de casa e chegará dentro de 15 minutos.
Tais reuniões eram presididas pelo diretor que se fazia acompanhar de sua secretária para redigir as atas, ficando esta sentada próximo a ele, na cabeceira da mesa. Numa dessas reuniões o diretor deu conhecimento ter recebido da Receita Federal, como doação, dois aparelhos de ar condicionado e vinte cassetes, provenientes de apreensões da Alfândega, mercadorias que seriam incorporadas ao patrimônio do hospital de acordo com as normas. Acompanhando pelo olhar vi que a secretária havia grafado “cacetes” ao invés de cassetes (fita para gravação de áudio). Discretamente, de modo que só ela ouvisse, falei: D. Rosilda. Preste atenção no que a senhora está escrevendo. Acho que a senhora está se deixando trair pelos seus pensamentos. Tratando-se de uma pessoa muito recatada, solteirona convicta, ela pareceu, ou não quis entender a minha observação. Ao final da reunião ela veio me procurar para que explicasse o que eu tinha dito porque ela não entendera muito bem. A essa altura só me restou dizer que não tinha importância nenhuma e fiquei pensando com os meus botões que era melhor que os "cacetes" ficassem guardados na ata, do que vagando no pensamento da minha secretária.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Agressão covarde. Que seja feita justiça.
Recebi por e-mail
Sobre o episódio da agressão à moça, na Barra.
A charge é maravilhosa!!!!! VALE A PENA VER!!!
PRESTEM ATENÇÃO NO CRISTO.
Não deixem parar, até que a corja esteja na cadeia.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Mulher com mais de 40
Os créditos são de:
Imagem: Tahyane Designer
Texto: Ricardo Canosa
Música: Roberto Carlos
Formatação: Miriam Forny


