Cartaz numa repartição, para dissuadir aqueles que gostam de criticar o serviço dos outros.
VOCÊ QUE ESTÁ CHEGANDO AGORA
PARA CRITICAR O QUE ESTÁ FEITO
DEVERIA TER APARECIDO NA HORA DE FAZER.
ass) QUEM FEZ, QUANDO NINGUÉM SABIA COMO FAZER.
MAIS VALE A FALTA DOS QUE TRABALHAM
DO QUE A PRESENÇA DOS QUE NADA FAZEM.
ôpa!
ResponderExcluirpor falar em chegar, faltam 6 dias
;o)
Abraços,
Sérgio
D' acord!
ResponderExcluirobjetivamente perfeito!
Tapa com luva de pelica....
ResponderExcluirMuita gente precisa ouvir isso.
;)
Numa repartição pública isso faz todo o sentido mesmo...
ResponderExcluirBjs
Estamos aguardando ansiosos.
ResponderExcluirVamos estabelecer horário para usar o computador :-o))
Abs.
ahahahahhah! e vc acha que a mensagem é pra quem? se liga e vá só de sorrisos e "sim senhor, papys"....
ResponderExcluirbijo nos dois
malmal
Só numa repartição pública? Que nada, em todo lugar isso serve, até em diretoria de clube!
ResponderExcluirAdorei!
Abração!
Só numa repartição pública? Que nada, em todo lugar isso serve, até em diretoria de clube!
ResponderExcluirAdorei!
Abração, William!
queria ter coragem de colocar aqui na minha mesa!!!! ;o)
ResponderExcluirOi Kaffa
ResponderExcluirEstou calejado de ouvir palpites de pessoas despreparadas sobre assunto que não entendem.
Bjs
É William, é muito fácil dar palpite quando a coisa já está pronta ou bem encaminhada. Agora dar idéias e fazer é para pouquíssimos. Um saco também são aquelas pessoas que querem sómente dar idéias, achando-se donas da verdade, quando muitas vezes o que se precisa mesmo é de gente para meter a mão na massa.
ResponderExcluirAbração William,
Ed
Em qualquer empreendimento sempre aparece aquele que não sabe fazer, aquele que não quer fazer, aquele que não pode fazer.
ResponderExcluirTodos os três tipos costumam dar palpites no trabalho alheio
Em outras palavras é preciso competência, vontade e condições para fazer alguma coisa.
Perguntava a professora ao aluno:
-- O que fez Mem de Sá, terceiro governador geral do Brasil?
Resposta do aluno.
-- Ele fez o que pôde.
Abs.
Pensando cá com meus botões...
ResponderExcluirIsso vale para alguma situacões aqui, bem próximas, né?
Pensei em várias coisas, mas vou escrever num outro post.
bjs
Oi Sílvia
ResponderExcluirPelo que estou vendo o tal cartaz seria bem-vindo.
Obrigado pela visita.
Um abraço
Ficaria bem em camisetas. Já pensou a idéia disseminada dessa maneira.
ResponderExcluirBjs.
Não precisa se expor Fabiana. Deixa num pedaço de papel dentro da agenda, com a ponta aparecendo; deixa entre os papéis para despacho, esqueça na gaveta. E ainda tem as desculpas tipo Lula: Que papel? Que cartaz? Não sei de nada; ou então tipo Maluf: Nego. Isso não é meu, etc.
ResponderExcluirObrigado pela visita.
Um abraço
Hahaha, gostei da idéia! "Eu??? Vi nada não, que papel? Eu ein... "
ResponderExcluirAgora falando sério, uma camiseta também ia ser tudo de bom!!! ;o)
Bjos,
Faby
Edmundo.
ResponderExcluirEstamos vivendo aquí na rua uma situação dessas. Todo mundo tem uma idéia mágica para resolver situações mas ninguém se candidata para assumir cargos na Diretoria da Associação de Moradores. Numa determinada época cheguei a usar o estilo daquele comediante "tolerância zero" isto é, para perguntas cretinas, respostas cínicas. Certa vez uma moradora comentou que a rua estava sempre cheia de carros e ela não encontrava vagas para estacionar. Respondi então: Considerando que a rua não encolheu supõe-se que mais moradores estão conseguindo comprar carros. Noutra ocasião a mesma moradora reclamava que a meninada xingava palavrão quando jogava futebol ou volei na rua. Sugeri a ela que prestasse atenção para descobrir um xingamento novo ou aproveitasse a oportunidade para reciclar os velhos. Tudo isso dito em tom de brincadeira procurando nao ofender.
Um abraço
Na verdade William , o que muitos fazem é pura tentativa de transferência/sublimação de seus problemas. Por exemplo, a pessoa tem um problema cabeludo, insolúvel em casa ou com alguém. Então reclama com outro, por que com isto duas coisas podem acontecer : 1) O ouvinte cria para ela um novo problema com o qual ela tenta substituir o velho por outro que ela não sabe como vai conduzir, ou resolver, mas pelo menos ela não pensa no velho problema. 2) Se você resolve ou acata a sugestão dela , ela sublima a nível de consciente como se o seu insolúvel velho problema tivesse sido resolvido , solucionado por ela. Ai ela troca derrota por vitória . As vezes ela tem mesmo é carência afetiva e basta o diálogo para sua satisfação pessoal. Mas tudo isto se passa a nível de subconsciente!!!!
ResponderExcluirAbraços
Ed
Pensando cá com meus botões...
ResponderExcluirIsso vale para alguma situacões aqui, bem próximas, né?
Nem imagino o que você pensou com seus botões mas enquanto ficar somente em pensamentos, tudo bem.
O perigo será quando você começar a falar com eles ou ouvi-los falar com você.
Espero que aproveite bem a idéia para seu post. O defeito do seu teclado também me deu uma dica para um post. Breve.
Um abração amiga Lê
William, na verdade vemos muito isso hoje em dia!!!! Na hora de fazer ninguém aparece, agora pra criticar sempre tem espíritos de porco!!!!
ResponderExcluirMuito bom, querido
Beijos e beijossssss
Se aplica a diversas situações, sobretudo ao que estamos vivendo na AMRMVL.
ResponderExcluirExplicando para meus contatos.
ResponderExcluirA sigla AMRMVL é de uma Associação de Moradores da Rua Maestro Vila Lobos. Há 15 anos o Fernando, eu e vários síndicos mobilizamos os moradores da rua para a sua criação, criando Estatutos, fazendo registros, organizando eventos. Desde 2001 as diretorias que se sucederam mantiveram apenas as cobranças das contribuições e o pagamento dos funcionários. Está assumindo nova diretoria nesta data e as pessoas estão perdidas que nem cegos em tiroteio.
Um abraço