Orra meu...
A TV nos Estados Unidos mostrou um exemplo do que é estar no lugar errado na hora errada. Prestem atenção nesta história maluca:
As autoridades de combate a incêndios da Califórnia encontraram um cadáver em uma secção de floresta queimada, enquanto avaliavam os estragos de um grande incêndio florestal. O falecido estava vestido com um traje completo de mergulho, mais cilindro de oxigênio, pés de pato e máscara.
A autópsia revelou que a causa da morte não foram as queimaduras, mas sim maciças lesões internas. O registro dental permitiu a identificação do corpo. A partir daí, iniciaram-se investigações para determinar como um mergulhador com com traje completo de mergulho foi parar no meio de um incêndio florestal. Descobriram que no dia do incêndio a vítima tinha ido mergulhar em alto mar, aproximadamente 20 milhas de distância da floresta..
Os bombeiros, procurando controlar o fogo o mais rápido possível, acionaram uma frota de helicópteros equipados com baldes enormes. Os baldes eram baixados no oceano para enchimento rápido e, em seguida, eram transportados até a floresta, onde a água era despejada.
Dá para imaginar um negócio desses? Num momento, nosso mergulhador estava mergulhando no Pacífico, e no outro, dentro de um balde de incêndio a mil pés de altitude, sendo jogado com a água sobre a floresta em chamas.
E você ainda acha que o seu dia está sendo ruim?
Vá ter azar assim no mato!
Êste blog servirá para publicação de crônicas, curiosidades, humor e, principalmente, de ponto de referência para os descendentes da família do major João Pedro Smith e Raimunda Falcão Vianna Smith obterem dados para uma eventual pesquisa genealógica.
sábado, 24 de junho de 2006
Estar no lugar errado, na hora errada
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Hahahahaha ... william, só vc msm p achar uma notícia destas, realmente inacreditável, pobre homem!
ResponderExcluirBjs,
Lena
*rs....a ironia negra do destino!!!
ResponderExcluirai ai ai Willian. essa eu tenho obrigação de repassar.
ResponderExcluirNão sei ao certo se é pra rir ou pra sentie medo.
As duas coisas eu acho.
Abraços
que coisa esquisita, né??
ResponderExcluirbjos!
Isso foi um episódio de CSI... Será que é realmente verídico?
ResponderExcluirque isso,hie?
ResponderExcluirOi Lena. Esta historinha recebi por e-mail em maio de 2002 com o título: "O Mundo é muito injusto"
ResponderExcluirUm abraço.
Essa é digna de figurar na seção "O impossível acontece". :-o))
ResponderExcluirOlá Jorge. Obrigado pela visita e comentário.
ResponderExcluirContou-me o remetente que a fonte é a Agência Reuters.
Se non est vero est troppo bene probatto.
É o que deve ter pensado o mergulhador quando foi pescado por aquele balde. :-o))
ResponderExcluirEm tempo:
Parabéns pela neta Júlia.
Um abraço
Olá Lucielle.
ResponderExcluirJá vi alguns filmes de incêndios florestais em que eram empregados tais baldes (na verdade pareciam mais tonéis) que eram jogados nágua, arrastados por cabos para encher e quando sobrevoavam os focos de incêndio um mecanismo fazia abrir o fundo e despejava a água. Numa dessas viagens deve ter apanhado o nosso desditoso mergulhador!!!!
Um abraço
sempre gentil, gracias, Will
ResponderExcluirbjos.
É impossivel as bombas de sucção desses helicópteros fazerem isso. Qualquer um que tenha piscina em casa sabe que uma bolha de ar detona a sucção da bomba. Os mythbusters tmb já provaram ser impossível.
ResponderExcluirMas a história não deixa de ser interessante.
Oi Lefebvre.
ResponderExcluirFaço idéia que os recipientes são cheios pela ação do arrasto sem utilização de bombas. É diferente do esvaziamento de uma piscina por bombas de sucção. No meu entender o mergulhador não foi sugado e deve ter entrado por ocasião do arrasto. É evidente que nenhuma bomba poderia sugar uma pessoa ou mesmo um peixe.
Eu precisaria conhecer melhor o mecanismo que utilizam para discutir com base.
Obrigado pela colaboração.
Um abraço
Pode ter sido esse que parece uma piscina que eles enfiam na água. Mas isso é muito antigo, nem lembrava. Desse jeito, poderia funcionar.
ResponderExcluirOlá amiga Kaffa.
ResponderExcluirAcabou saindo o Playboy da Silvia Moranguinho!!!
Gostei do novo layout do seu site e do emblema tolerância zero para a violência.
Obrigado por sua visita.
A propósito de incêndio conta-se uma anedota de que, num rescaldo de um incêndio numa residência, encontraram um cadáver de cabeça para baixo, com o mão estirada e o indicador em riste, junto a um extintor onde se lia: "Em caso de incêndio, vire de cabeça para baixo e aponte para o foco onde teve início o fogo" Não havia referência sobre se a vítima era japonesa ou coreana. :-o))
Um abraço
Eu já tinha lido isso em algum lugar...
ResponderExcluirÉ muito azar, né, Will ???
:-)))
Beijão!
Rê
Pô William, quer dizer que o cara estava vendo peixes e de repente passou a ver animais e em seguida fogo. Muito fogo!!! Ele deve ter pensado que tinha consumido alguma cocaína em algum lugar...Será que é verdade mesmo? É incrível esta história....
ResponderExcluirAbração ,
Ed
Meu Deeeuuusss!!! William! Que história sinistra!
ResponderExcluirCoitado do cara!
Meu dia está sendo ótimo! Depois de ler esta história, percebi q está sendo maravilhoso!
Uma ótima semana p/ vc!
Bjs
Oi Rê.
ResponderExcluirÉ possível que você tenha recebido por e-mail, como eu.
Bota azar nisso. rsrsrs
Beijos
Já imaginou Ed
ResponderExcluirNum determinado momento o mergulhador olhando peixinhos no mar e logo após guindado às alturas por um helicóptero para ser jogado sobre uma floresta em chamas com um cilindro de aço amarrado às costas. Não deu para ele pensar no que estava acontecendo nem para sentir as queimaduras. Donde se conclui que em caso de incêndio, mesmo estando dentro dágua você corre perigo.
Muito obrigado pelo comentário.
Um abraço
Olá Fernanda.
ResponderExcluirA vítima é o que pode ser chamada de azarada.
Talvez não se tenha notícia de uma ocorrência semelhante e por isso mesmo o fato chega às raias do absurdo.
Que bom que os seus dias tenham sido maravilhosos. Que venham outros mais maravilhosos ainda.
Foi bom vê-la por aqui.
Beijos
Só cheguei neste post agora...
ResponderExcluirAcho que só a vítima poderia dizer o que é pior: morrer afogada ou queimada....
Estando ela ''desconectada'' no momento, acho que só nos resta divagar sobre o assunto...
Afogada ou queimada?
Sei lá...
No fim, dá tudo no mesmo mesmo... Ao pó ou ao lôdo voltamos...
Você falou bem. A vítima devia estar "desconectada" (ainda bem, não) e dificilmente escaparia de um traumatismo craneano e fraturas múltiplas conseqüentes à queda.
ResponderExcluirObrigado por sua participação.
Bjs.
Isso é que é ter azar!!!!!
ResponderExcluirCredos!!!!
Abraços,
Sonia.