Pensei na monarquia parlamentarista ao estilo britânico e espanhol, onde o rei ou rainha reinam, mas não governam. Já que vivemos num festival de gastança, porque não financiarmos a implantação dessa modalidade de governo estilo light. Garanto que as despesas com a manutenção da família real não ultrapassariam 10% da arrecadação da CPMF, ainda mais que todas as terras de Petrópolis são propriedades dos Orleans e Bragança que recebem anualmente o foro pago pelos atuais ocupantes e o laudêmio quando os terrenos e imóveis mudam de dono.
Embora tivesse à última hora votado contra o retorno da monarquia, passei a pesquisar minha ascendência genealógica, ou ginecológica (dá no mesmo), e descobri que meu bisavós maternos (Smith) vieram da Inglaterra e se fixaram
Acho que faltou um pouco de marketing para explicar os dois regimes, tal como fez um matuto no seguinte diálogo:
--:Oi compadre você entende bem qual a diferença entre Monarquia e República.
-- Pra mim isto o mesmo que engordar porco.
-- Como assim.
-- Na Monarquia você pega um porco magro e coloca no chiqueiro e dá muita comida pra ele todos os dias (milho, farelo, restos de comida....). Depois de algum tempo ele fica gordo, pesado e já não come tanto como no início. Basta uma ou outra espiga de milho e sobras da comida para saciar o apetite. Na República você coloca um porco magro no chiqueiro e gasta muito milho e farelo até ele engordar. Quando ele fica gordo você tira ele do cercado e coloca outro porco magro para engordar. Aí você tira o porco gordo e coloca outro magro...
-- Peraí compadre. Assim não há milho que agüente.
Respondeu então o que estava explicando:
-- Vejo que você entendeu a diferença.
William Serra - maio 2008
Rsrsrs..monarquia é interessante, desde que não seja o Lula ou alguém como ele. Vai ser difícil escolher o primeiro monarca. Mas uma coisa eu concordo, seria o máximo ter meu amigo como Barão ou Visconde.
ResponderExcluirBeijos
William.
ResponderExcluirLula como monarca seria um terror!!!!
Mas você de Barão ou Marquês seria o máximo!!!!
Mil beijos.
Olá Nazaré.
ResponderExcluirO problema da República é ter que trocar a porcalhada (ou seria porcaria?) toda após cada eleição. Melhor dizendo, é ter que aumentar o chiqueiro para abrigar novos porcos, sem se desfazer dos anteriores. Os políticos pensam que o Governo é uma grande vaca leiteira, com a cabeça entre as núvens se alimentando de brisas e as tetas sempre cheias para saciá-los e aos seus apaniguados. Quanto à escolha, a família Orleans e Bragança tem sempre "um pretendente ao trono" preparado para ser coroado e assumir a chefia do Estado, numa eventual monarquia constitucional.
O Barão de Mossoró sentir-se-ia honrado com a sua visita, como está no momento este seu amigo
Beijos
Puxa vida..não podemos modernizar o processo e colocar o barão no trono?;o)))
ResponderExcluirAmiga Sônia
ResponderExcluirEle como presidente já está sendo um terror. O seu discurso é apropriado para o perfil de líder sindical que sempre foi. Nunca antes neste país um presidente empregou palavras chulas – sacanagem p. ex:-- ao rebater argumentos de autoridades e diplomatas estrangeiros..
O General Mourão Filho não conheceu o Lula. Mas ao que tudo indica, era um grande profeta. Vejam o que ele escreveu no início dos anos 70:
“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.”
MOURÃO FILHO, Olympio: “Memórias”, Porto Alegre, L&PM. 1978. pag. 16
Quanto ao título nobiliárquico, um baronato até que cairia bem. Obrigado pelo incentivo.
Beijos
“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.”
ResponderExcluirMOURÃO FILHO, Olympio: “Memórias”, Porto Alegre, L&PM. 1978. pag. 16
É isso aí William, e já se previa isso .. E nós agora estamos vivendo o final dos tempos!!!!!!!
Nada presta e nada dá esperança... A não ser que se tente a monarquia, quem sabe?????
Charme teria.. E berço principalmente...
Beijoooss e beijooossssssss
Meu amigo Willian...primeiramente minhas desculpas por estar tão ausente de sua agradável companhia, mesmo sendo através daqui do Multiply. Muito interessante sua manifestação sobre o assunto em pauta. Analisando friamente o que está colocado guela abaixo de nós, a população, não há muito o que se discutir:- Viva a Monarquia!
ResponderExcluirSucessos aí Visconde de Mossoró!
"Na Monarquia você pega um porco magro e coloca no chiqueiro e dá muita comida pra ele todos os dias (milho, farelo, restos de comida....). Depois de algum tempo ele fica gordo, pesado e já não come tanto como no início. Basta uma ou outra espiga de milho e sobras da comida para saciar o apetite. Na República você coloca um porco magro no chiqueiro e gasta muito milho e farelo até ele engordar. Quando ele fica gordo você tira ele do cercado e coloca outro porco magro para engordar. Aí você tira o porco gordo e coloca outro magro...
ResponderExcluir-- Peraí compadre. Assim não há milho que agüente.
Respondeu então o que estava explicando:
-- Vejo que você entendeu a diferença. "
Que maravilha!!!!!!!!!!
E o chiqueiro parece um lugar especial. Tem tanto porco magro querendo um lugarzinho por lá e um porcão gordo que se acha no direito de continuar.........
Abraços
Amiga Scylla.
ResponderExcluirEstamos vivendo o que de pior podia-se imaginar numa República: Um indivíduo despreparado, sem projeto de governo, deslumbrado com o poder e querendo se perpetuar no cargo a custa de mentiras, demagogia e programas assistencialistas espúrios, verdadeira compra de votos das classes menos favorecidas.
Registro aqui minha admiração por D. Pedro II, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil, primeiro e único monarca genuinamente brasileiro, que reinou por 58 anos, foi muito amado pelo povo e defendeu a integridade do nosso território, debelando rebeliões separatistas e expulsando o invasor do nosso país no que é considerado maior e mais sangrento conflito armado internacional ocorrido no continente americano.
Saudações monárquicas.
E beijos baronescos. :-o))
Bem vindo Barão de Mossoró!!!!Votaria em vc sem dúvida!!!!
ResponderExcluirE viva a Monarquia!!!!!!!
Pelo menos eles tinham educação, ética e berço
Beijoooss e beijoooss amigo William
Prezado Nelson.
ResponderExcluirObrigado pela visita e comentário.
Os nossos dois imperadores, pai e filho, embora de temperamentos diferentes, tinham um grande amor pelo Brasil. Esse sentimento era compartilhado por outros membros da família, como a imperatriz Leopoldina (mulher de D.Pedro I) e a princesa Isabel (filha de D. Pedro II). Não me consta terem requerido cidadania italiana.
Um traço marcante de qualquer monarquia é a educação dos filhos e o preparo especial do príncipe herdeiro para suas futuras funções. Como você ressaltou: “não há muito a discutir – Viva Monarquia”.
Fico lisonjeado com a promoção, de barão a visconde.
Um cordial abraço
Minha querida amiga Ilce.
ResponderExcluirEspero estejas comemorando, nesta data, a vassalagem dos seus súditos nesse império matriarcal. Eu e meus filhos já fizemos o beija-mão da nossa ilustre soberana, complementado com flores.
Quanto ao teu comentário, resta-me dizer que o lema que impera nesta República é o seguinte:
“Governar é distribuir bolsas, cartões corporativos, sinecuras, financiamentos do BNDS e encobrir falcatruas dos companheiros.”
Senhor, tende piedade de nós.
Beijos
Não dá para alterar o processo de sucessão Naza. Além do mais, não sei de nenhum médico que tenha sido coroado rei. Quem nasceu para barão nunca chega a majestade.
ResponderExcluirNuma versão jocosa do fato conta-se que no dia 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca se encontrava acamado, com um furúnculo nas nádegas, ardendo em febre e numa crise asma. Foi retirado de sua casa ao lado da Casa da Moeda no Campo de Santana para Proclamar a República, daí ser representado no ato em pé nos estribos sem poder sentar na sela por causa do furúnculo, com a boca aberta devido à crise de asma e brandindo a espada para se livrar dos que perturbaram o seu sossego e poder voltar para casa. Um homem naquelas condições proclamaria qualquer coisa, até mesmo o fim da monarquia. rsrsrs